Antes de vocês lerem o último boletim do Youssef Haddad, quero deixar aqui nossos agradecimentos para o Youssef e o Guiga Spinelli, da Spinelli Racing, por todos os maravilhosos textos de análise em cada dia deste Dakar. Foi muito bom acompanhar o Rally Dakar por eles. Também deixar aqui um agradecimento especial para o Ricardo Ribeiro, da Vipcomm, que transmitiu Ao Vivo, tudo o que aconteceu durante estas duas semanas no maior rally do mundo. Foi sensacional suas transmissões e pudemos fazer parte desta grandiosa festa, junto com ele.

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Acabou!!!

O Rally Dakar se tornou mundialmente conhecido, pois, mais que uma competição automobilística, se tornou um sinônimo de desafio e superação. Para as montadoras, vencer o rali significa provar o quanto seus produtos são rápidos e confiáveis, embora, muitas vezes, apenas o logotipo dos bólidos de competição sejam iguais aos produtos comerciais. Para os competidores, terminar o Dakar é provar o equilíbrio completo de corpo e mente. Vencer o Dakar, é entrar para o Hall dos sobrenaturais…dos “monstros”!

A quadragésima edição do Rally Dakar, cumpriu a promessa e foi Dakar na sua essência – difícil, disputado e decidido nas areias! Nessas dificuldades, os gênios se sobressaem, ou temos como classificar de forma diferente esses competidores? Peterhansel e Jean Paul – líderes absolutos na primeira parte da prova, 9 vezes entre os 3 primeiros das 13 Especiais dessa edição, lendas consagradas, quarto colocados no acumulado final (muito em função de uma pedra escondida dentro d’água, afinal até as lendas precisam de sorte).

De Villiers e Dirk Von – com o terceiro lugar nesse ano, chegam a incríveis 9 vezes Top 5 nas 10 edições do Dakar, na América do Sul – que número monstruoso – a dupla, com que qualquer engenheiro gostaria de trabalhar!

Nasser e Mathieu – quantas vezes falamos deles nesses textos! Poderíamos falar 10 vezes mais, que não seria exagero. Porém, para defini-los, uma só palavra basta: velocidade! Foram vice-campeões desta edição, e a impressão que dá, é que se corressem a pé, brigariam pelo título.

Carlos Sainz e Lucas Cruz – espanhóis, sangue latino, vibrantes, agressivos… A imagem de Sainz, a mim, se confunde com a do touro estampado na lateral do carro dele – El Matador! Bi-campeão do WRC, bi-campeão do Rally DakarSainz, se aposente, você já entrou para a história!

O UTV é nosso!!! Pelo segundo ano consecutivo, vem para o Brasil o título do Rally Dakar, entre os UTVs: Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, de forma dominadora, levaram seu Can-Am à conquista. Sabem quando eles ganharam esse Dakar? Quando decidiram correr de UTV esta edição! Papa-trofeus com orgulho, afinal, quem gosta de participar que me desculpe, mas, bom mesmo é ganhar – e esses dois sabem fazer isso como poucos…

Marcelo Medeiros, que evolução foi essa? Que amadurecimento, que prova fantástica, Top 4 e em 2019 vai, com certeza, brigar pelo título dos quadriciclos.

Esse Dakar foi tão intenso, que é impossível finalizar com apenas um texto, então, voltarei para falarmos das revelações, decepções e demais brasileiros.

Pena, que ainda falta um ano para o próximo…

Youssef Haddad
Spinelli Racing

 

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